calo as lágrimas de tempos idos e fixo os meus olhos nos teus na espera de um som,
uma palavra, um gemido apenas.
Sossegas-me o olhar…
Respiro fundo o ar fresco que me enrubesce a face,
tremem-me as mãos não sei se do frio, não sei se do calor húmido das tuas.
Fecho os olhos e deixo sorrir a lágrima que cai, nunca pensara poder existir tamanha felicidade. Abro os olhos, os teus continuam presos em mim.
Sinto o cheiro que dizes meu, sinto o meu que quero teu.
Quebro as palavras aos pedaços, quero dar-tas assim uma e depois outra e mais outra…
