Queridos amigos, hoje vou deixar-vos um pequeno excerto do romance que estou a escrever e que irá sair em breve... Espero que gostem... :) (e se o meu livro pudesse ter uma banda sonora e um video clipe, seria sem dúvida desta musica que tenho no blog. Tem sido de grande inspiração para mim... é mágica ;)A mensagem que pretendo transmitir é que mais importante do que conseguir suportar a dor é conseguir aceitá-la. Aceitar e voltar a acreditar, porque a vida continua aqui onde sempre esteve, mais ou menos brilhante, isso não importa. A vida continua aqui, e sim, temos que a viver, é nossa, pertence-nos… e que o amor… esse vai para além de todas as barreiras, em que
a vida e a morte se cruzam apenas num jogo de palavras…
Há alturas, momentos, dias na vida em que a força da lembrança nos assola o coração e aí a própria dor do recordar é inevitável.
Hoje é um desses dias, hoje recordo-te uma vez mais com um aperto no peito como se fosse a primeira vez. E pensar que já lá vão cinco anos desde que partiste. O tempo não passa dentro do meu coração, faltas tu aqui para ele seguir em frente…
Guardo a tua memória dentro de mim como se essa fosse a única bênção, a única esperança de continuar a viver, um dia após o outro.
A necessidade de te sentir mais próximo levou-me hoje de novo àquele lugar que tanto me magoa. Hoje fui visitar-te. Já não me recordo exactamente do último dia que lá fui, mas penso que foi numa sexta-feira pela manhã, bem cedo. Perdoa-me, não penses que te esqueci. Sabes que isso jamais aconteceria mas prometi a mim mesma forçar-me a viver, não por mim mas por nós, sendo esta a única forma de nos manter vivos novamente. (...)
Hoje é um desses dias, hoje recordo-te uma vez mais com um aperto no peito como se fosse a primeira vez. E pensar que já lá vão cinco anos desde que partiste. O tempo não passa dentro do meu coração, faltas tu aqui para ele seguir em frente…
Guardo a tua memória dentro de mim como se essa fosse a única bênção, a única esperança de continuar a viver, um dia após o outro.
A necessidade de te sentir mais próximo levou-me hoje de novo àquele lugar que tanto me magoa. Hoje fui visitar-te. Já não me recordo exactamente do último dia que lá fui, mas penso que foi numa sexta-feira pela manhã, bem cedo. Perdoa-me, não penses que te esqueci. Sabes que isso jamais aconteceria mas prometi a mim mesma forçar-me a viver, não por mim mas por nós, sendo esta a única forma de nos manter vivos novamente. (...)
