Escrever para mim é uma necessidade constante
As palavras flúem naturalmente,
Por vezes risonhas, outras mais sufocadas.
Sei que na maioria das vezes não sou compreendida Mas como censurar…
Nunca gostei de escritas bonitinhas, alegres ou coloridas.
As minhas palavras são o reflexo do que me vai na alma
Sem tabus ou medos de rejeição. Sinto necessidade de descrever tudo intensamente…
Prefiro a noite, ao dia... O sentimentalismo à pura consciência,
pois que interesse teria?
Os meus poemas são uma constante exaltação ao amor,
Mas não ao amor vulgar que qualquer pessoa pode conhecer,
Mas àquele amor que nem todos chegam verdadeiramente a conhecer,
O amor verdadeiro, o da alma… Esse… sim esse, que escondemos por vezes
Tentando esquece-lo… Pois eu não sou assim… sinto e vivo-o intensamente…
Pois no dia em que deixar de amar…
de nada me servirá continuar a viver!
( amor platónico, ilusão? NÃO... inspiração constante!...)