
Hoje consigo odiar-te com a mesma força, a mesma intensidade, a mesma razão com que te amei
Hoje consigo odiar-te as palavras, os sentimentos, os dias passados
A pureza, a entrega, o amor sem limites, a paixão sempre ardente a cada dia que passava
Hoje consigo odiar-te, pelos sonhos desfeitos, as mágoas, as mentiras, as marcas deixadas no meu corpo
O tempo que não volta mais, o tempo perdido, em vão, inútil, vivido tão somente por mim.
Hoje consigo odiar-te com a mesma força, a mesma intensidade, a mesma razão com que te amei
Faltam palavras para a dor que sinto, faltam forças para gritar, falta o ar para respirar
Hoje consigo odiar-te mas mais me odeio a mim, sim, a mim…
Não me permito o perdão, não me permito o sentir.
Hoje consigo odiar-te as palavras, os sentimentos, os dias passados
A pureza, a entrega, o amor sem limites, a paixão sempre ardente a cada dia que passava
Hoje consigo odiar-te, pelos sonhos desfeitos, as mágoas, as mentiras, as marcas deixadas no meu corpo
O tempo que não volta mais, o tempo perdido, em vão, inútil, vivido tão somente por mim.
Hoje consigo odiar-te com a mesma força, a mesma intensidade, a mesma razão com que te amei
Faltam palavras para a dor que sinto, faltam forças para gritar, falta o ar para respirar
Hoje consigo odiar-te mas mais me odeio a mim, sim, a mim…
Não me permito o perdão, não me permito o sentir.
Hoje consigo odiar-te e nessa razão na mesma
razão de sempre, estás tu e eu…
Vero.
12/09/2008